Como cuidar de suas finanças pessoais?

Enviado em sex, 01/22/2021 - 18:03
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Para cuidar das finanças pessoais é preciso ter disciplina. A primeira dica para quem quer ter as contas em dia é fazer uma planilha com todos os gastos e ganhos e atualizá-la, ao menos, uma vez por semana. Com todos os débitos e receitas reunidos no mesmo espaço fica mais fácil visualizar para onde está indo o dinheiro e cortar supérfluos.  

O segredo para manter a saúde das finanças pessoais é sempre gastar menos do que ganha e fazer uma reserva para as emergências. O ideal é ter, pelo menos, o equivalente aos seus gastos básicos de seis meses guardado em um investimento com liquidez diária, ou seja, que pode ser sacado a qualquer momento. Para construir essa reserva, é preciso ter a disciplina de guardar uma quantia todo mês.  

O que é gestão de finanças pessoais?

A gestão de finanças pessoais é a estratégia usada para fazer a administração de seu próprio dinheiro. Uma boa gestão garante a realização de várias metas a curto, médio e longo prazo. 

Para fazer uma gestão de finanças pessoais eficiente é preciso ter conhecimento de seus próprios ganhos e gastos e planejar os objetivos de acordo com suas possibilidades financeiras.   

Por que o tema finanças pessoais é importante?

O tema finanças pessoais é importante porque só com conhecimento é possível fazer uma boa administração do dinheiro. Quanto mais familiaridade com o assunto, mais fácil será fazer boas escolhas.  

Por exemplo, se você souber bastante sobre as opções disponíveis para investir suas economias, vai poder aplicá-las da melhor maneira. Isso também vale para escolher as melhores oportunidades na hora de fazer um financiamento ou tomar um empréstimo.  

Como planejar as finanças pessoais?

Planejar as finanças pessoais é uma questão de organização. Separe um tempo da semana para manter a planilha de gastos e ganhos sempre atualizada. Com essas informações importantes em mãos, você pode começar o planejamento dos seus objetivos de curto, médio e longo prazo. 

A primeira observação a ser feita é se seu saldo é positivo ou negativo. Caso esteja gastando mais do que ganhando, vai ser preciso fazer ajustes, seja cortando gastos ou conseguindo uma renda extra. 

Com as metas definidas, faça o levantamento de quanto você precisa para cumpri-la e divida o valor total pelo tanto que pode disponibilizar por mês. O resultado é a quantidade de “parcelas” que terá de pagar para você mesmo até que alcance sua meta.  

Miniguia de finanças pessoais

Veja algumas dicas para manter as finanças pessoais em ordem:

  1. Mantenha o controle em uma planilha. Anote tudo o que entrar de receita e o que sair de gasto. Mesmo que pareça um valor muito baixo, a soma total pode mostrar para onde está indo o dinheiro. Por exemplo, se você toma um cafezinho na padaria, todo dia, a R$ 4,50 cada, no fim do mês, gastou R$ 135 em cafés. Sem a consciência desses gastos, eles passam despercebidos. Lembre-se de que a meta é sempre manter a planilha no positivo. Se seus gastos estiverem maiores que os ganhos é hora de cortar despesas e aumentar receitas. 
  1. Elimine os supérfluos. Mesmo que seja uma pequena quantia, pagar por algo que não se usa é uma ótima maneira de perder dinheiro. Reavalie se você realmente está fazendo uso das assinaturas que paga, por exemplo, em serviços de streaming ou em aplicativos de exercícios, ou se só os utiliza vez ou outra. Muitas vezes, a versão gratuita já seria suficiente para a sua necessidade e você está tendo um gasto desnecessário.
  1. Repense suas compras. Antes de pagar por algo, avalie se você realmente precisa daquilo ou é apenas um impulso. Uma boa maneira de evitar uma compra que vai trazer arrependimento é esperar alguns dias para ter certeza de que precisa do item.
  1. Defina suas metas. Com um objetivo maior fica mais fácil resistir à tentação do prazer imediato de uma compra. Quando você tem em mente qual é seu projeto para os próximos meses ou anos, é bem mais difícil desperdiçar dinheiro com algo que não é essencial na sua vida. 
  1. Tenha uma reserva. Para não se endividar, uma dica de ouro é manter uma reserva de, no mínimo, o valor equivalente ao que você precisa para se manter por 6 meses. Essa reserva livra você de ter de entrar em empréstimos caso algo inesperado o obrigue a ter um gasto extra. 

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